Uma derrota pessoal antecipada

Napoli e Roma se enfrentam em instantes no sul da Itália.

Este será o primeiro jogo da equipe napolitana pela liga nacional após a morte do maior ídolo do clube, Diego Maradona.

É uma partida especial, que carrega para os partenopei um misto de dor, orgulho, luto e gana.

Seria um jogo que eu assistiria observando a postura da equipe da casa frente a esse seu difícil compromisso.

The King of Naples

No entanto, ver a partida perdeu o encanto.

Durante toda semana, marcada pela morte do ídolo argentino, vi vários comentários maldosos, palavras de ódio e desrespeito, pela pessoa que partiu, pelo clube que ele defendeu e principalmente, pelo povo napolitano.

Pior ainda é ver essa postura, fria e cruel, ecoando no meio em que eu sentia bem, confortável.

O jogo e o que ele representa perde a importância para mim ao ver esse tipo de comportamento.

Não ter o respeito por uma pessoa, por um adversário, por um povo, não corresponde aos princípios que levo para minha vida. E o esporte, área bastante sensível para mim, não poderia ficar de fora.

A disputa de um jogo me trouxe mais um aprendizado. Infelizmente, a lição veio de uma forma indesejada. Afinal, nem aquele lugar especial, que me sentia em casa, está livre de todo o ódio e desrespeito para com o próximo.

A Roma pode até sair com a vitória de dentro do campo, mas o comportamento e a postura de seu torcedor frente ao luto do adversário vale muito mais que aqueles três pontos.

 

Ética e ambição

O noticiário do futebol brasileiro recebeu uma avalanche de informações sobre a eterna dança das cadeiras entre os técnicos.

Num só dia dois comandantes deram adeus a seus clubes por diferentes razões.

Eduardo Coudet se viu seduzido pelo mercado europeu, entendendo que mais vale assumir o Celta de Vigo na parte de baixo da classificação do Espanhol a continuar aqui no Brasil recebendo mais e treinando o  Internacional, atual líder do Brasileirão.

Por outro lado, Domènec Torrent conheceu a cruel realidade do futebol nacional, onde o que vale é o resultado. Foram apenas seis derrotas, mas quatro delas vieram em forma de goleada.

Sua aventura no Brasil durou pouco mais de 90 dias, e agora o espanhol se vê fora da equipe multicampeã do ano passado.

Com o posto livre no comando do clube mais badalado do momento, o Flamengo agiu rápido e confirmou no dia seguinte a contratação de Rogério Ceni.

Ceni no Flamengo: técnico chega com aval de Zico e quer 'ganhar tudo'

Ceni é um dos nomes em alta no mercado brasileiro e fazia um trabalho sólido e confortável no Fortaleza.

Fortaleza, clube que ele abandonou na metade do ano passado para se aventurar dirigir o grande e caótico Cruzeiro, naquela que ele via como grande oportunidade na carreira.

Seu tempo na Toca da Raposa foi curto. Falta de bons resultados e atrito com jogadores minaram seu trabalho e Rogério foi demitido do Cruzeiro pouco mais de mês após ter pedido demissão do Fortaleza.

Arrependido (?), voltou a comandar o Leão no mesmo campeonato, tendo dessa vez prometido cumprir seu vínculo até o fim.

No entanto, mais uma vez seduzido por um clube de “grife”, Rogério torna a abandonar no meio de um campeonato o clube que permitiu o seu retorno, para buscar um atalho em sua carreira como técnico.

Buscar um salário maior em um clube maior é algo normal e compreensível. No entanto, deve-se questionar o quanto vale a palavra, a ética e o compromisso de uma pessoa.

Rogério gosta de usar em seus discursos a falta de paciência e projetos a longo prazo nos clubes brasileiros. Porém, ao abandonar o seu posto pela segunda vez em uma equipe onde era respeitado, o “Mito” cai em contradição, e pode pagar um alto preço por sua ambição.

O renascimento de Mkhitaryan na cidade eterna

Henrikh Mkhitaryan surgiu aos olhos do futebol atuando pelo Shakhtar Donetsk. Dali, o armênio transferiu-se para o Borussia Dortmund, onde seu estilo de jogo ganhou um maior holofote, tornando-se peça importante na equipe aurinegra.

Como esperado, seu bom futebol despertaria interesse de outras equipes e a sua chance de alçar um voo ainda mais alto veio na temporada 2016/2017, quando chegou ao Manchester United pelo valor de 42 milhões de libras.

Muito se esperava de Mkhitaryan na Inglaterra. No entanto, o momento ruim vivido pela equipe, aliada às frequentes lesões e longos períodos longe dos gramados acabou transformando a experiência do armênio em Manchester em algo para se esquecer.

Uma mudança para Londres surgiu na temporada seguinte. Confesso que pensei que sua sorte mudaria atuando pelo Arsenal.

Porém, o fantasma das lesões viajaram junto com Mkhitaryan e se aliaram à má-fase de seu novo clube.

Parecia que sua carreira não tinha mais nada a nos apresentar. Nem mesmo quando estava em condições de ir à campo, o inteligente meia chegava perto de criar as jogadas de ataque que fizeram sua fama.

Encostado em um clube carente de grandes pretensões, o caminho do habilidoso atleta parecia estar destinado a clubes de menor expressão e de ligas inferiores.

Eis que nesse meio tempo, inesperadamente surge a Roma, clube de tradição e que buscava se reorganizar após inúmeras contratações inexplicáveis e saídas de peças-chave do elenco.

Mais uma vez, confesso, torci o nariz para a sua contratação. Afinal, um jogador que por tantas temporadas viveu se lesionando, ficando mais tempo fora do que às disposição de seus técnicos, pouco acrescentaria à uma equipe carente de criatividade como era aquela Roma.

Errei, que bom!

Parece que na Cidade Eterna Mkhitaryan reencontrou seu bom futebol e a boa forma física, que pareciam esquecidos em Dortmund.

Suas atuações com a maglia giallorossa nos remete a seus áureos tempos, em que o habilidoso camisa 77 criava e finalizava as jogadas de ataque.

Atualmente, sua presença entre os titulares é inquestionável. Até aqui, sempre esteve apto a ir à campo. Nos dez jogos da Roma na temporada, Mkhitaryan foi essencial em nove gols, marcando quatro e dando passe para mais cinco.

Ao que parece, a união de um jogador desacreditado e um clube carente de criatividade encontraram o caminho da felicidade na cidade eterna.

O discreto adeus de um ídolo não lembrado

Nos dias atuais, é difícil ver jogadores que durante sua carreira seguem defendendo apenas um clube.

Recentemente vimos ídolos do futebol brasileiro, como os goleiros Marcos e Rogério Ceni encerrarem suas brilhantes carreiras defendendo as cores de seus clubes de coração.

Na Europa também há casos de amor à camisa e ao time.

A Itália nos deu belos exemplos, com Paolo Maldini no Milan e Francesco Totti, na Roma.

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Porém, entre os raros casos de fidelidade e honra ao manto, o final da carreira de um jogador havia passado despercebido por mim.

O Saint-Étienne, embora ainda seja o maior campeão francês, já há muito tempo não tem espaço e reconhecimento na mídia.

E foi nessa tradicional equipe que Loïc Perrin deu os primeiros e últimos passos dentro dos gramados.

Passei a nutrir uma grande simpatia pelos Verts graças ao “Rumo ao Estrelato” do PES 2008, que me fez jogador da equipe em algumas temporadas. E no jogo, lá estava Perrin, o xerife da zaga e capitão da equipe.

Sua carreira no clube da cidade onde nasceu começou aos 12 anos, na base do St-Étienne. Em 2003 subiu para a equipe profissional, tendo acumulado 470 partidas vestindo a camisa do clube do coração.

Durante todos esses anos, raros foram os títulos: Uma taça da Ligue 2 na temporada 2003/2004 e a Coupe de la Ligue em 2012/2013.

Essa, aliás, foi uma das maiores festas feitas pelo clube, tendo em vista a sua atual posição de coadjuvante no futebol francês.

E lá, no ponto mais alto do altar da consagração, estava Perrin.

Sob o comando de seu capitão, o Saint-Étienne voltou a viver melhores dias no cenário nacional, colocando-se entre os principais times da França.

Voltar à disputa de torneios europeus também foi um marco na trajetória do clube e do jogador.

No entanto, pouco se fala a respeito dos feitos alcançados por ambos.

Talvez pelo fato da França não despertar tanto o interesse de quem acompanha o esporte ou por se tratar de uma equipe sem a mesma relevância que outros clubes possuem atualmente.

O fim da carreira de Perrin passou despercebido por mim, que só me dei conta de sua aposentadoria após não o encontrar mais entre os relacionados para uma partida na atual temporada.

E o final de sua jornada com os Verts teve um gosto amargo e ele sequer teve a oportunidade de atuar os 90 minutos.

A partida tinha tudo para selar sua carreira com chave de ouro. Afinal, tratava-se da final da Copa da França, contra o milionário Paris Saint-Germain.

A vitória, ainda que improvável, seria épica, coroando o encerramento do ciclo de 17 anos entre Perrin e Verts.

Porém, o último capítulo de sua trajetória com o St.-Etienne teve um final melancólico.

Além da derrota por 1 a 0, a decisão ficou marcada pela sua expulsão, ainda aos 30 minutos de jogo.

Com essa última imagem em campo é que, no dia seguinte à perda da final é que Perrin comunicava o fim de sua trajetória no futebol.

O esporte sempre gostou de enaltecer aqueles que escolhem vestir somente uma camisa durante toda a sua carreira.

No entanto, esqueceram de dar a Perrin o seu real valor e destaque por tudo o que fez vestindo o manto do clube de sua cidade natal. Uma pena, quem perdeu foi o futebol.

Pelé 80 anos e um legado eterno

Pelé completa hoje mais um ano de vida. Ao longo de oito décadas, o atleta do século é detentor de um legado eterno.

Para falarmos sobre ele, é preciso separar os seres:

Existe o atleta Pelé, absoluto e inquestionável dentro das quatro linhas.

Com seus inúmeros títulos, que inclui três Copas do Mundo, Pelé parece que estará sempre à frente dos postulantes ao trono de melhor da história.

Além disso, seus 1282 gols impressionam, possuindo uma larga vantagem em relação a outros extraordinários atacantes.

Do outro lado temos o Edson, personagem que, ao longo dos anos, colecionou várias polêmicas, com comentários infelizes e decisões controversas.

Ainda assim, nesse 23 de outubro, nada mais justo do que enaltecer Pelé, o homem que lá atrás, ao lado de “carnaval” e “caipirinha” virou sinônimo de Brasil.

Ao longo de 80 anos, Pelé mantém sua aura de ídolo e craque maior do esporte.

Que o mundo saiba aproveitar o tempo que resta junto do maior atleta da história.

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Shevchenko e os demais heróis da Ucrânia

O futebol sempre nos guarda novas e boas histórias.

A mais recente foi escrita hoje (13), no estádio Olímpico de Kiev.

Foi ali que a Ucrânia recebeu a Espanha para mais um embate, válido pelo Grupo A4 da Nations League.

A equipe da casa passava longe de ser favorita para o confronto, uma vez que os ucranianos jamais haviam saído vitoriosos de campo contra a equipe espanhola.

O retrospecto entre os países, iniciado somente em 2003, mostrava o cenário totalmente favorável ao país ibérico.

Em seis jogos disputados, a Espanha havia vencido cinco e empatado somente um.

No último duelo entre as seleções, os espanhóis saíram de campo com um confortável 4 a 0 para cima dos ucranianos.

Porém, nessa terça-feira, os comandados de Andryi Shevchenko conseguiram alterar o cenário.

E quiseram os deuses do futebol que fosse graças ao trabalho do ex-atacante e ídolo da seleção, que o país superasse pela primeira vez o temido rival.

Ciente de sua inferioridade técnica, a Ucrânia soube suportar as investidas da seleção rival, afinal, graças à grande exibição do goleiro Georgiy Bushchan, o time não saiu de campo novamente goleado.

Além da excelente noite do homem que fica debaixo da trave, a seleção da casa também contou com outro protagonista: Viktor Tsygankov, de apenas 22 anos, que foi o responsável por marcar o primeiro gol contra os rivais em 17 anos. Além disso, foi ele quem deu a seu país a primeira vitória sobre a poderosa Espanha.

Em um raro momento no ataque, o jogador, que entrou no decorrer na partida marcou o solitário e tão comemorado gol da vitória ucraniana.

A festa nas arquibancadas, que por lá já pode contar com um número reduzido de torcedores, soou como se o estádio estivesse completamente lotado.

Um novo triunfo pode demorar a vir, mas a festa vista hoje em Kiev será sempre lembrado pela torcida e pelo povo ucraniano.

 

 

Roma e sua maldita sorte

A sorte parece ter sorrido para a Roma no sorteio dos grupos da UEFA Europa League.

Sendo o primeiro clube a ser sorteado, os italianos integrarão o grupo A do torneio. Ao seu lado estarão Young Boys, Cluj e CSKA Sofia.

Com rivais desse porte, fica fácil de se imaginar que a Roma é ampla favorita à classificação para a próxima fase, confirmando sua vaga com relativa folga.

 

O cenário se apresenta como uma linda estrada pavimentada em linha reta com o sol se pondo no horizonte.

No entanto, não podemos nos esquecer de que se trata da Roma, clube especialista em contrariar as previsões, seja para o bem como para o mal.

Usando a lógica, a Roma seria a equipe tecnicamente melhor, não enfrentando dificuldades nessa fase de grupos.

No entanto, em situações semelhantes o clube conseguiu se complicar em alguns momentos, e o favoritismo que surgia imenso no começo se transformou em uma classificação suada.

Um exemplo é a edição passada da Europa League, onde com um grupo com equipes sem grande expressão acabou ficando com a segunda posição.

Para piorar o cenário, o elenco dessa temporada se mostra enfraquecido se comparado ao da temporada anterior.

Dessa forma, a chance da Roma protagonizar mais uma de suas famosas “romadas” aumentam, e a linda estrada pavimentada pode acabar se transformando numa trilha no meio de uma mata fechada onde o GPS não funciona.

Portuguesa e seu precoce fim da linha

A tão sonhada volta para a elite do futebol paulista foi adiada uma vez mais.

A tentativa de acesso da Portuguesa para a série A1 do Paulistão parou no tradicional XV de Piracicaba.

Sim, foi um balde de água fria.

As expectativas com o clube no ano de seu centenário eram enormes. Além disso, a atual gestão vinha se mostrando bastante atuante, animando o torcedor que há muito já não tinha motivos para se alegrar com o clube.

Crédito: Ronaldo Barreto/NETLUSA

A busca pelo retorno à elite do futebol paulista será retomada no próximo ano.

Enquanto isso, jogadores e comissão técnica devem juntar os cacos após a fraca atuação no duelo de ontem (14) no estádio do Canindé e buscar ter foco total na Copa Paulista.

Essa competição sem quase nenhum apelo é a única chance da Lusa retornar à disputa de competições nacionais, seja recomeçando na Série D ou tentar a sorte na Copa do Brasil.

O ressurgimento do clube ainda depende dos mesmos ingredientes dos último anos: Conquistar acessos.

A torcida, ainda machucada pela eliminação na A2, uma vez mais estará próxima do clube, mostrando que mesmo com dolorosa e inesperada queda no estadual, ainda dará todo o seu apoio para que o técnico Fernando Marchiori e seus jogadores coloquem a Portuguesa de volta no radar nacional.

Crédito: Dorival Rosa/Portuguesa

 

A última dança de Messi e Barcelona

Nesse final de semana se inicia mais uma temporada do Campeonato Espanhol.

No entanto, a La Liga 2020/2021 terá um ingrediente extra além daquela já prevista disputa entre Barcelona e Real Madrid pelo título.

A temporada que se aproxima deverá ser a última a contar com a participação de Lionel Messi.

Após 16 anos atuando pela equipe principal do Barcelona, o argentino deve fazer sua despedida do clube catalão nessa edição da liga.

Os indícios da saída do ídolo foram confirmados com o seu pedido formal para deixar a equipe blaugrana ainda nessa janela de transferências, sendo especulada a sua ida para o Manchester City.

A temporada que se aproxima deverá ser a última de Messi com a camisa do Barcelona. Crédito: Getty Images

No entanto, no intuito de evitar um litígio com o clube que o revelou, Messi aceitou permanecer no Barcelona até o final da temporada a ser disputada, podendo assim, sair de forma livre e com a imagem menos arranhada entre os torcedores da equipe.

Assim, diante da clara indicação dessa edição de La Liga ser a última a contar com o argentino, a competição ganha mais peso, aumentando o interesse e curiosidade das pessoas em acompanhar a despedida do jogador de seu clube.

Algo semelhante aconteceu em 1998, mas em outro esporte. A temporada derradeira do astro Michael Jordan com equipe do Chicago Bulls voltou à tona com o lançamento do documentário da Netflix protagonizado pela estrela da NBA, The Last Dance (Arremesso Final, no Brasil).

Astro do Chicago Bulls em sua última temporada pela equipe.

No mesmo sentido, a última temporada de Messi com a camisa do Barcelona tem tudo para ganhar ares de roteiro cinematográfico, onde nenhum detalhe sobre a “última dança” do argentino com o clube que o revelou para o mundo será perdido.

Ao final de tudo, restará a dúvida: Será que o Barcelona sentirá tanto a ausência de Messi como os Bulls ainda sentem de Jordan?

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Uma partida tem mais peso do que toda uma temporada?

A temporada 2019/2020 do futebol europeu se encerrará no próximo domingo (23) com a disputa da final da UEFA Champions League.

Em campo, PSG e Bayern de Munique medirão forças em busca do principal título do futebol europeu.

O PSG chega à sua primeira decisão de liga almejando sua inédita conquista.

Já a equipe do Bayern chega à sua impressionante décima primeira decisão do principal torneio do continente e em busca de seu sexto título.

Os parisienses, turbinados pelo investimento do grupo que é proprietário do clube, apostam boa parte de suas fichas em Neymar.

O brasileiro, inclusive, se tornou a imagem da equipe nessa reta final de Champions League.

Crédito: ÀS

O lobby feito em cima do atacante para que, caso vença a Champions seja ele eleito melhor jogador do mundo é gigante.

No entanto, do outro lado está um atacante que já há tempos vem pedindo passagem para levar o prêmio que na última década se alternou entre Messi e Cristiano Ronaldo.

A temporada que Robert Lewandowski fez até aqui o coloca à frente de Neymar nessa corrida pelo título de melhor do mundo.

Crédito: Getty Images

Trazendo em números, Neymar participou de 26 jogos do PSG na atual temporada, marcando 19 gols além de ter dado nove assistências.

Sua equipe levou os três campeonatos da França (Ligue 1, Copa da França e Copa da Liga Francesa).

Do outro lado, Lewandowski também conquistou todos os títulos nacionais com o Bayern de Munique (Bundesliga e Copa da Alemanha).

O diferencial do polonês é que ele foi a campo em 46 jogos e tem a impressionante marca de 55 gols e 10 assistências.

Na Champions League, principal objetivo das equipes, Neymar tem três gols em seis jogos, além de quatro assistências enquanto Lewandowski, em nove jogos marcou 15 gols e deu seis assistências.

O polonês tem sido muito mais atuante e decisivo para sua equipe, fazendo por merecer levar o prêmio de melhor jogador do mundo.

No entanto, todos sabem do peso que uma final tem nesse balanço. Não deveria ser principal ponto, mas muitas vezes, é!

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