Uma derrota pessoal antecipada

Napoli e Roma se enfrentam em instantes no sul da Itália.

Este será o primeiro jogo da equipe napolitana pela liga nacional após a morte do maior ídolo do clube, Diego Maradona.

É uma partida especial, que carrega para os partenopei um misto de dor, orgulho, luto e gana.

Seria um jogo que eu assistiria observando a postura da equipe da casa frente a esse seu difícil compromisso.

The King of Naples

No entanto, ver a partida perdeu o encanto.

Durante toda semana, marcada pela morte do ídolo argentino, vi vários comentários maldosos, palavras de ódio e desrespeito, pela pessoa que partiu, pelo clube que ele defendeu e principalmente, pelo povo napolitano.

Pior ainda é ver essa postura, fria e cruel, ecoando no meio em que eu sentia bem, confortável.

O jogo e o que ele representa perde a importância para mim ao ver esse tipo de comportamento.

Não ter o respeito por uma pessoa, por um adversário, por um povo, não corresponde aos princípios que levo para minha vida. E o esporte, área bastante sensível para mim, não poderia ficar de fora.

A disputa de um jogo me trouxe mais um aprendizado. Infelizmente, a lição veio de uma forma indesejada. Afinal, nem aquele lugar especial, que me sentia em casa, está livre de todo o ódio e desrespeito para com o próximo.

A Roma pode até sair com a vitória de dentro do campo, mas o comportamento e a postura de seu torcedor frente ao luto do adversário vale muito mais que aqueles três pontos.

 

POWER UP: AC/DC mostra que a banda ainda tem muita lenha pra queimar

Após muita espera, o AC/DC lançou POWER UP, o 17º álbum da carreira da banda.

Muitos pensavam que, após o lançamento de “Rock or Bust”, a turma de Angus Young estava nos momentos derradeiros de sua longa e bem sucedida carreira.

Afinal, aquele trabalho não contava mais com a presença de Malcolm, irmão de Angus, máquina criativa da banda que se viu obrigado a se afastar de sua paixão por conta dos problemas de demência.

Malcolm Young
Malcolm foi um dos fundadores da banda.

Além disso, o baterista Phil Rudd envolvido em um polêmico caso de polícia foi afastado da banda.

Para finalizar o péssimo momento do grupo, Brian Johnson, que há quase quarenta anos era responsável pelos vocais do AC/DC, se viu obrigado a se afastar dos trabalhos por estar prestes a perder sua audição.

Todos esses fatores negativos pareceram desmotivar Cliff Williams, que afirmou que ao final daquela turnê iria se aposentar dos palcos.

Em meio à turnê, a morte de Malcolm parecia simbolizar também, a morte da banda.

Graças a Deus, foi o oposto. A partida do ente querido serviu para reaproximar os demais membros, que se valeram do legado criativo do guitarrista para resolverem todos os seus problemas e partir para a gravação de um novo trabalho.

Missão cumprida com louvor.

Resenha: "Power Up" - AC/DC (2020)

POWER UP não deixa a desejar. Carrega consigo a essência do AC/DC. O bom velho rock’n roll executado com seus riffs característicos que, quando tocados, não nos faz perder mais de dois segundos para reconhecer os responsáveis por aquela música.

Algumas pessoas podem dizer que as faixas soam muito “iguais” e que as músicas são muito parecidas. ÓTIMO!

Afinal, foi esse estilo de compor e tocar que faz com que a banda, há mais de quatro décadas seja cultuada e venerada pelos amantes do rock.

POWER UP é a prova viva de que, em time que se ganha não se faz mudança.

Que os velhinhos do rock sigam firmes, fortes e “energizados”, mostrando que a música boa não envelhece.

LEIA MAIS: O adeus a outro gigante

 

 

Ética e ambição

O noticiário do futebol brasileiro recebeu uma avalanche de informações sobre a eterna dança das cadeiras entre os técnicos.

Num só dia dois comandantes deram adeus a seus clubes por diferentes razões.

Eduardo Coudet se viu seduzido pelo mercado europeu, entendendo que mais vale assumir o Celta de Vigo na parte de baixo da classificação do Espanhol a continuar aqui no Brasil recebendo mais e treinando o  Internacional, atual líder do Brasileirão.

Por outro lado, Domènec Torrent conheceu a cruel realidade do futebol nacional, onde o que vale é o resultado. Foram apenas seis derrotas, mas quatro delas vieram em forma de goleada.

Sua aventura no Brasil durou pouco mais de 90 dias, e agora o espanhol se vê fora da equipe multicampeã do ano passado.

Com o posto livre no comando do clube mais badalado do momento, o Flamengo agiu rápido e confirmou no dia seguinte a contratação de Rogério Ceni.

Ceni no Flamengo: técnico chega com aval de Zico e quer 'ganhar tudo'

Ceni é um dos nomes em alta no mercado brasileiro e fazia um trabalho sólido e confortável no Fortaleza.

Fortaleza, clube que ele abandonou na metade do ano passado para se aventurar dirigir o grande e caótico Cruzeiro, naquela que ele via como grande oportunidade na carreira.

Seu tempo na Toca da Raposa foi curto. Falta de bons resultados e atrito com jogadores minaram seu trabalho e Rogério foi demitido do Cruzeiro pouco mais de mês após ter pedido demissão do Fortaleza.

Arrependido (?), voltou a comandar o Leão no mesmo campeonato, tendo dessa vez prometido cumprir seu vínculo até o fim.

No entanto, mais uma vez seduzido por um clube de “grife”, Rogério torna a abandonar no meio de um campeonato o clube que permitiu o seu retorno, para buscar um atalho em sua carreira como técnico.

Buscar um salário maior em um clube maior é algo normal e compreensível. No entanto, deve-se questionar o quanto vale a palavra, a ética e o compromisso de uma pessoa.

Rogério gosta de usar em seus discursos a falta de paciência e projetos a longo prazo nos clubes brasileiros. Porém, ao abandonar o seu posto pela segunda vez em uma equipe onde era respeitado, o “Mito” cai em contradição, e pode pagar um alto preço por sua ambição.

O renascimento de Mkhitaryan na cidade eterna

Henrikh Mkhitaryan surgiu aos olhos do futebol atuando pelo Shakhtar Donetsk. Dali, o armênio transferiu-se para o Borussia Dortmund, onde seu estilo de jogo ganhou um maior holofote, tornando-se peça importante na equipe aurinegra.

Como esperado, seu bom futebol despertaria interesse de outras equipes e a sua chance de alçar um voo ainda mais alto veio na temporada 2016/2017, quando chegou ao Manchester United pelo valor de 42 milhões de libras.

Muito se esperava de Mkhitaryan na Inglaterra. No entanto, o momento ruim vivido pela equipe, aliada às frequentes lesões e longos períodos longe dos gramados acabou transformando a experiência do armênio em Manchester em algo para se esquecer.

Uma mudança para Londres surgiu na temporada seguinte. Confesso que pensei que sua sorte mudaria atuando pelo Arsenal.

Porém, o fantasma das lesões viajaram junto com Mkhitaryan e se aliaram à má-fase de seu novo clube.

Parecia que sua carreira não tinha mais nada a nos apresentar. Nem mesmo quando estava em condições de ir à campo, o inteligente meia chegava perto de criar as jogadas de ataque que fizeram sua fama.

Encostado em um clube carente de grandes pretensões, o caminho do habilidoso atleta parecia estar destinado a clubes de menor expressão e de ligas inferiores.

Eis que nesse meio tempo, inesperadamente surge a Roma, clube de tradição e que buscava se reorganizar após inúmeras contratações inexplicáveis e saídas de peças-chave do elenco.

Mais uma vez, confesso, torci o nariz para a sua contratação. Afinal, um jogador que por tantas temporadas viveu se lesionando, ficando mais tempo fora do que às disposição de seus técnicos, pouco acrescentaria à uma equipe carente de criatividade como era aquela Roma.

Errei, que bom!

Parece que na Cidade Eterna Mkhitaryan reencontrou seu bom futebol e a boa forma física, que pareciam esquecidos em Dortmund.

Suas atuações com a maglia giallorossa nos remete a seus áureos tempos, em que o habilidoso camisa 77 criava e finalizava as jogadas de ataque.

Atualmente, sua presença entre os titulares é inquestionável. Até aqui, sempre esteve apto a ir à campo. Nos dez jogos da Roma na temporada, Mkhitaryan foi essencial em nove gols, marcando quatro e dando passe para mais cinco.

Ao que parece, a união de um jogador desacreditado e um clube carente de criatividade encontraram o caminho da felicidade na cidade eterna.

O discreto adeus de um ídolo não lembrado

Nos dias atuais, é difícil ver jogadores que durante sua carreira seguem defendendo apenas um clube.

Recentemente vimos ídolos do futebol brasileiro, como os goleiros Marcos e Rogério Ceni encerrarem suas brilhantes carreiras defendendo as cores de seus clubes de coração.

Na Europa também há casos de amor à camisa e ao time.

A Itália nos deu belos exemplos, com Paolo Maldini no Milan e Francesco Totti, na Roma.

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Porém, entre os raros casos de fidelidade e honra ao manto, o final da carreira de um jogador havia passado despercebido por mim.

O Saint-Étienne, embora ainda seja o maior campeão francês, já há muito tempo não tem espaço e reconhecimento na mídia.

E foi nessa tradicional equipe que Loïc Perrin deu os primeiros e últimos passos dentro dos gramados.

Passei a nutrir uma grande simpatia pelos Verts graças ao “Rumo ao Estrelato” do PES 2008, que me fez jogador da equipe em algumas temporadas. E no jogo, lá estava Perrin, o xerife da zaga e capitão da equipe.

Sua carreira no clube da cidade onde nasceu começou aos 12 anos, na base do St-Étienne. Em 2003 subiu para a equipe profissional, tendo acumulado 470 partidas vestindo a camisa do clube do coração.

Durante todos esses anos, raros foram os títulos: Uma taça da Ligue 2 na temporada 2003/2004 e a Coupe de la Ligue em 2012/2013.

Essa, aliás, foi uma das maiores festas feitas pelo clube, tendo em vista a sua atual posição de coadjuvante no futebol francês.

E lá, no ponto mais alto do altar da consagração, estava Perrin.

Sob o comando de seu capitão, o Saint-Étienne voltou a viver melhores dias no cenário nacional, colocando-se entre os principais times da França.

Voltar à disputa de torneios europeus também foi um marco na trajetória do clube e do jogador.

No entanto, pouco se fala a respeito dos feitos alcançados por ambos.

Talvez pelo fato da França não despertar tanto o interesse de quem acompanha o esporte ou por se tratar de uma equipe sem a mesma relevância que outros clubes possuem atualmente.

O fim da carreira de Perrin passou despercebido por mim, que só me dei conta de sua aposentadoria após não o encontrar mais entre os relacionados para uma partida na atual temporada.

E o final de sua jornada com os Verts teve um gosto amargo e ele sequer teve a oportunidade de atuar os 90 minutos.

A partida tinha tudo para selar sua carreira com chave de ouro. Afinal, tratava-se da final da Copa da França, contra o milionário Paris Saint-Germain.

A vitória, ainda que improvável, seria épica, coroando o encerramento do ciclo de 17 anos entre Perrin e Verts.

Porém, o último capítulo de sua trajetória com o St.-Etienne teve um final melancólico.

Além da derrota por 1 a 0, a decisão ficou marcada pela sua expulsão, ainda aos 30 minutos de jogo.

Com essa última imagem em campo é que, no dia seguinte à perda da final é que Perrin comunicava o fim de sua trajetória no futebol.

O esporte sempre gostou de enaltecer aqueles que escolhem vestir somente uma camisa durante toda a sua carreira.

No entanto, esqueceram de dar a Perrin o seu real valor e destaque por tudo o que fez vestindo o manto do clube de sua cidade natal. Uma pena, quem perdeu foi o futebol.

Pelé 80 anos e um legado eterno

Pelé completa hoje mais um ano de vida. Ao longo de oito décadas, o atleta do século é detentor de um legado eterno.

Para falarmos sobre ele, é preciso separar os seres:

Existe o atleta Pelé, absoluto e inquestionável dentro das quatro linhas.

Com seus inúmeros títulos, que inclui três Copas do Mundo, Pelé parece que estará sempre à frente dos postulantes ao trono de melhor da história.

Além disso, seus 1282 gols impressionam, possuindo uma larga vantagem em relação a outros extraordinários atacantes.

Do outro lado temos o Edson, personagem que, ao longo dos anos, colecionou várias polêmicas, com comentários infelizes e decisões controversas.

Ainda assim, nesse 23 de outubro, nada mais justo do que enaltecer Pelé, o homem que lá atrás, ao lado de “carnaval” e “caipirinha” virou sinônimo de Brasil.

Ao longo de 80 anos, Pelé mantém sua aura de ídolo e craque maior do esporte.

Que o mundo saiba aproveitar o tempo que resta junto do maior atleta da história.

LEIA MAIS: Shevchenko e os demais heróis da Ucrânia

Shevchenko e os demais heróis da Ucrânia

O futebol sempre nos guarda novas e boas histórias.

A mais recente foi escrita hoje (13), no estádio Olímpico de Kiev.

Foi ali que a Ucrânia recebeu a Espanha para mais um embate, válido pelo Grupo A4 da Nations League.

A equipe da casa passava longe de ser favorita para o confronto, uma vez que os ucranianos jamais haviam saído vitoriosos de campo contra a equipe espanhola.

O retrospecto entre os países, iniciado somente em 2003, mostrava o cenário totalmente favorável ao país ibérico.

Em seis jogos disputados, a Espanha havia vencido cinco e empatado somente um.

No último duelo entre as seleções, os espanhóis saíram de campo com um confortável 4 a 0 para cima dos ucranianos.

Porém, nessa terça-feira, os comandados de Andryi Shevchenko conseguiram alterar o cenário.

E quiseram os deuses do futebol que fosse graças ao trabalho do ex-atacante e ídolo da seleção, que o país superasse pela primeira vez o temido rival.

Ciente de sua inferioridade técnica, a Ucrânia soube suportar as investidas da seleção rival, afinal, graças à grande exibição do goleiro Georgiy Bushchan, o time não saiu de campo novamente goleado.

Além da excelente noite do homem que fica debaixo da trave, a seleção da casa também contou com outro protagonista: Viktor Tsygankov, de apenas 22 anos, que foi o responsável por marcar o primeiro gol contra os rivais em 17 anos. Além disso, foi ele quem deu a seu país a primeira vitória sobre a poderosa Espanha.

Em um raro momento no ataque, o jogador, que entrou no decorrer na partida marcou o solitário e tão comemorado gol da vitória ucraniana.

A festa nas arquibancadas, que por lá já pode contar com um número reduzido de torcedores, soou como se o estádio estivesse completamente lotado.

Um novo triunfo pode demorar a vir, mas a festa vista hoje em Kiev será sempre lembrado pela torcida e pelo povo ucraniano.

 

 

O adeus a outro gigante

O tempo é implacável! Mais um gigante deixa de viver entre nós.

Sim, minhas referências musicais estão partindo desse mundo, deixando para nós apenas o seu legado.

É estranho. Meu gosto musical é fundamentado em sons de bandas antigas, das quais muitos artistas já faleceram.

Alguns se foram de forma precoce, partindo ainda jovens, enquanto outros se despedem após décadas contribuindo e alimentando nossos ouvidos.

No entanto, mesmo tendo em mente de que a idade e os problemas de saúde chegam a todos, sempre é triste se deparar com a notícia de que aquele que ajudou a criar sua identidade musical não poderá fazê-lo mais.

Ontem foi a vez de Eddie Van Halen partir para junto aos outros gênios do rock.

Sua contribuição para o gênero e para a música foram imensos e o seu nome já há muito tempo está gravado no hall dos deuses do rock.

Com o tapping, sua marca registrada, Van Halen se tornou um dos principais nomes por popularizar essa técnica.

Sua partida provavelmente colocará fim a mais uma banda que por tantas vezes ouvi e que resistiu ao passar dos anos e a tantas brigas e disputas.

O tempo está levando embora aqueles que me moldaram e me ajudaram a criar minha identidade musical.

É triste quando uma voz se cala, uma guitarra se despluga e uma bateria não percute.

A música e o universo do rock já sentem sua falta, e a melhor forma de te homenagear é ouvindo suas obras num alto e bom som!

 

Roma e sua maldita sorte

A sorte parece ter sorrido para a Roma no sorteio dos grupos da UEFA Europa League.

Sendo o primeiro clube a ser sorteado, os italianos integrarão o grupo A do torneio. Ao seu lado estarão Young Boys, Cluj e CSKA Sofia.

Com rivais desse porte, fica fácil de se imaginar que a Roma é ampla favorita à classificação para a próxima fase, confirmando sua vaga com relativa folga.

 

O cenário se apresenta como uma linda estrada pavimentada em linha reta com o sol se pondo no horizonte.

No entanto, não podemos nos esquecer de que se trata da Roma, clube especialista em contrariar as previsões, seja para o bem como para o mal.

Usando a lógica, a Roma seria a equipe tecnicamente melhor, não enfrentando dificuldades nessa fase de grupos.

No entanto, em situações semelhantes o clube conseguiu se complicar em alguns momentos, e o favoritismo que surgia imenso no começo se transformou em uma classificação suada.

Um exemplo é a edição passada da Europa League, onde com um grupo com equipes sem grande expressão acabou ficando com a segunda posição.

Para piorar o cenário, o elenco dessa temporada se mostra enfraquecido se comparado ao da temporada anterior.

Dessa forma, a chance da Roma protagonizar mais uma de suas famosas “romadas” aumentam, e a linda estrada pavimentada pode acabar se transformando numa trilha no meio de uma mata fechada onde o GPS não funciona.

Portuguesa e seu precoce fim da linha

A tão sonhada volta para a elite do futebol paulista foi adiada uma vez mais.

A tentativa de acesso da Portuguesa para a série A1 do Paulistão parou no tradicional XV de Piracicaba.

Sim, foi um balde de água fria.

As expectativas com o clube no ano de seu centenário eram enormes. Além disso, a atual gestão vinha se mostrando bastante atuante, animando o torcedor que há muito já não tinha motivos para se alegrar com o clube.

Crédito: Ronaldo Barreto/NETLUSA

A busca pelo retorno à elite do futebol paulista será retomada no próximo ano.

Enquanto isso, jogadores e comissão técnica devem juntar os cacos após a fraca atuação no duelo de ontem (14) no estádio do Canindé e buscar ter foco total na Copa Paulista.

Essa competição sem quase nenhum apelo é a única chance da Lusa retornar à disputa de competições nacionais, seja recomeçando na Série D ou tentar a sorte na Copa do Brasil.

O ressurgimento do clube ainda depende dos mesmos ingredientes dos último anos: Conquistar acessos.

A torcida, ainda machucada pela eliminação na A2, uma vez mais estará próxima do clube, mostrando que mesmo com dolorosa e inesperada queda no estadual, ainda dará todo o seu apoio para que o técnico Fernando Marchiori e seus jogadores coloquem a Portuguesa de volta no radar nacional.

Crédito: Dorival Rosa/Portuguesa